sexta-feira, 6 de fevereiro de 2026

FORMATAÇÃO DE DATAS C#


EXEMPLOS:


SELECT convert(datetime, 'Oct 23 2012 11:01AM', 100) -- mon dd yyyy hh:mmAM (or PM)

SELECT convert(datetime, 'Oct 23 2012 11:01AM') -- 2012-10-23 11:01:00.000

-- Without century (yy) string date conversion - convert string to datetime function

SELECT convert(datetime, 'Oct 23 12 11:01AM', 0) -- mon dd yy hh:mmAM (or PM)

SELECT convert(datetime, 'Oct 23 12 11:01AM') -- 2012-10-23 11:01:00.000

-- Convert string to datetime sql - convert string to date sql - sql dates format

-- T-SQL convert string to datetime - SQL Server convert string to date

SELECT convert(datetime, '10/23/2016', 101) -- mm/dd/yyyy

SELECT convert(datetime, '2016.10.23', 102) -- yyyy.mm.dd ANSI date with century

SELECT convert(datetime, '23/10/2016', 103) -- dd/mm/yyyy

SELECT convert(datetime, '23.10.2016', 104) -- dd.mm.yyyy

SELECT convert(datetime, '23-10-2016', 105) -- dd-mm-yyyy

-- mon types are nondeterministic conversions, dependent on language setting

SELECT convert(datetime, '23 OCT 2016', 106) -- dd mon yyyy

SELECT convert(datetime, 'Oct 23, 2016', 107) -- mon dd, yyyy

-- 2016-10-23 00:00:00.000

SELECT convert(datetime, '20:10:44', 108) -- hh:mm:ss

-- 1900-01-01 20:10:44.000

-- mon dd yyyy hh:mm:ss:mmmAM (or PM) - sql time format - SQL Server datetime format

SELECT convert(datetime, 'Oct 23 2016 11:02:44:013AM', 109) 

-- 2016-10-23 11:02:44.013

SELECT convert(datetime, '10-23-2016', 110) -- mm-dd-yyyy

SELECT convert(datetime, '2016/10/23', 111) -- yyyy/mm/dd

-- YYYYMMDD ISO date format works at any language setting - international standard

SELECT convert(datetime, '20161023')

SELECT convert(datetime, '20161023', 112) -- ISO yyyymmdd

-- 2016-10-23 00:00:00.000

SELECT convert(datetime, '23 Oct 2016 11:02:07:577', 113) -- dd mon yyyy hh:mm:ss:mmm

-- 2016-10-23 11:02:07.577

SELECT convert(datetime, '20:10:25:300', 114) -- hh:mm:ss:mmm(24h)

-- 1900-01-01 20:10:25.300

SELECT convert(datetime, '2016-10-23 20:44:11', 120) -- yyyy-mm-dd hh:mm:ss(24h)

-- 2016-10-23 20:44:11.000

SELECT convert(datetime, '2016-10-23 20:44:11.500', 121) -- yyyy-mm-dd hh:mm:ss.mmm

-- 2016-10-23 20:44:11.500

-- Style 126 is ISO 8601 format: international standard - works with any language setting

SELECT convert(datetime, '2008-10-23T18:52:47.513', 126) -- yyyy-mm-ddThh:mm:ss(.mmm)

-- 2008-10-23 18:52:47.513

SELECT convert(datetime, N'23 شوال 1429 6:52:47:513PM', 130) -- Islamic/Hijri date

SELECT convert(datetime, '23/10/1429 6:52:47:513PM', 131) -- Islamic/Hijri date

-- Convert DDMMYYYY format to datetime - sql server to date / datetime

SELECT convert(datetime, STUFF(STUFF('31012016',3,0,'-'),6,0,'-'), 105) 

-- 2016-01-31 00:00:00.000

-- SQL Server T-SQL string to datetime conversion without century - some exceptions

-- nondeterministic means language setting dependent such as Mar/Mär/mars/márc

SELECT convert(datetime, 'Oct 23 16 11:02:44AM') -- Default

SELECT convert(datetime, '10/23/16', 1) -- mm/dd/yy U.S.

SELECT convert(datetime, '16.10.23', 2) -- yy.mm.dd ANSI

SELECT convert(datetime, '23/10/16', 3) -- dd/mm/yy UK/FR

SELECT convert(datetime, '23.10.16', 4) -- dd.mm.yy German

SELECT convert(datetime, '23-10-16', 5) -- dd-mm-yy Italian

SELECT convert(datetime, '23 OCT 16', 6) -- dd mon yy non-det.

SELECT convert(datetime, 'Oct 23, 16', 7) -- mon dd, yy non-det.

SELECT convert(datetime, '20:10:44', 8) -- hh:mm:ss

SELECT convert(datetime, 'Oct 23 16 11:02:44:013AM', 9) -- Default with msec

SELECT convert(datetime, '10-23-16', 10) -- mm-dd-yy U.S.

SELECT convert(datetime, '16/10/23', 11) -- yy/mm/dd Japan

SELECT convert(datetime, '161023', 12) -- yymmdd ISO

SELECT convert(datetime, '23 Oct 16 11:02:07:577', 13) -- dd mon yy hh:mm:ss:mmm EU dflt

SELECT convert(datetime, '20:10:25:300', 14) -- hh:mm:ss:mmm(24h)

SELECT convert(datetime, '2016-10-23 20:44:11',20) -- yyyy-mm-dd hh:mm:ss(24h) ODBC can.

SELECT convert(datetime, '2016-10-23 20:44:11.500', 21)-- yyyy-mm-dd hh:mm:ss.mmm ODBC

 

Espero que seja útil. E até a próxima dica.

segunda-feira, 24 de novembro de 2025

ORACLE - Pular os 50 primeiros registros

Para pular os 50 primeiros registros em Oracle PL/SQL, você pode usar a cláusula `OFFSET` junto com `FETCH` (disponível a partir do Oracle 12c).  


Aqui está um exemplo prático:


sql

SELECT *

FROM minha_tabela

ORDER BY id

OFFSET 50 ROWS FETCH NEXT 100 ROWS ONLY;

```


Explicação:

- `ORDER BY id` → é **obrigatório** para garantir a ordem dos registros.

- `OFFSET 50 ROWS` → ignora os primeiros 50 registros.

- `FETCH NEXT 100 ROWS ONLY` → retorna os próximos 100 registros (pode ajustar conforme necessário).


### Se estiver em versão anterior ao Oracle 12c (sem suporte a `OFFSET`):

Você pode usar uma subquery com `ROWNUM`:


sql

SELECT *

FROM (

    SELECT t.*, ROWNUM r

    FROM (

        SELECT * FROM minha_tabela ORDER BY id

    ) t

    WHERE ROWNUM <= 150

)

WHERE r > 50;

```


- Aqui, a subquery interna ordena os dados.

- O filtro `ROWNUM <= 150` garante que só pegue até o registro 150.

- O filtro externo `r > 50` remove os primeiros 50.


quinta-feira, 30 de outubro de 2025

ORACLE - TOP(N) é uma sintaxe específica do SQL Server (T-SQL).

 1. A Forma Moderna (Oracle 12c e superior): FETCH

Esta é a maneira mais limpa, moderna e recomendada. É a sintaxe padrão do SQL ANSI para limitar linhas.


Para obter o equivalente exato de SELECT TOP 7 ... do SQL Server, você usaria FETCH FIRST 7 ROWS ONLY.


Exemplo:


SQL


SELECT

    nome_da_coluna,

    outra_coluna

FROM

    sua_tabela

ORDER BY

    coluna_de_ordenacao DESC  -- Importante para o "top" ter sentido

FETCH FIRST 7 ROWS ONLY;

2. A Forma Clássica (Oracle 11g e anteriores): ROWNUM

Antes da versão 12c, a única maneira de limitar linhas era usando a pseudo-coluna ROWNUM. No entanto, ela tem uma particularidade importante.


ROWNUM é atribuído antes da cláusula ORDER BY. Se você quiser as 7 primeiras linhas após a ordenação (que é o que o TOP geralmente faz), você precisa usar uma subconsulta.


Exemplo (a forma correta com ORDER BY):


SQL


SELECT *

FROM (

    SELECT

        nome_da_coluna,

        outra_coluna

    FROM

        sua_tabela

    ORDER BY

        coluna_de_ordenacao DESC

)

WHERE ROWNUM <= 7;

Por que a subconsulta é necessária? Se você fizesse isto (forma incorreta):


SQL


-- !! Cuidado: Isto NÃO é o TOP 7 !!

SELECT

    nome_da_coluna,

    outra_coluna

FROM

    sua_tabela

WHERE

    ROWNUM <= 7

ORDER BY

    coluna_de_ordenacao DESC;

O Oracle pegaria as primeiras 7 linhas que ele encontrar (em ordem aleatória de armazenamento), e depois as ordenaria. Você não obteria o "top 7" real.


Bônus: Equivalente ao TOP 7 WITH TIES

Se você precisar do equivalente ao TOP 7 WITH TIES do SQL Server (que inclui todas as linhas que empatam com a 7ª posição), a sintaxe FETCH do Oracle 12c+ também suporta isso:


SQL


SELECT

    nome_da_coluna,

    outra_coluna

FROM

    sua_tabela

ORDER BY

    coluna_de_ordenacao DESC

FETCH FIRST 7 ROWS WITH TIES;

Resumo:


Se você usa Oracle 12c ou mais recente: Use FETCH FIRST 7 ROWS ONLY.


Se você usa Oracle 11g ou mais antigo: Use a subconsulta com WHERE ROWNUM <= 7.

terça-feira, 26 de agosto de 2025

DMSII

 DMSII é a sigla para **Data Management System II**, um sistema de gerenciamento de banco de dados (SGBD) que foi desenvolvido pela Burroughs Corporation em 1972. Ele é um dos SGBDs mais antigos, e historicamente competiu com sistemas como o IMS da IBM.

O DMSII foi originalmente baseado no **modelo de rede** para organização de dados, que era um dos modelos mais populares antes do surgimento e popularização dos bancos de dados relacionais. Em um banco de dados de rede, os dados são estruturados como um grafo, permitindo que cada "registro filho" tenha vários "registros pai", o que pode ser mais complexo do que o modelo hierárquico, mas mais flexível.

Atualmente, o DMSII ainda é usado em alguns sistemas de grande porte (mainframes) da **Unisys** (empresa que surgiu da fusão da Burroughs e Sperry). Ele é parte integrante da arquitetura **ClearPath MCP** da Unisys, que é usada em várias aplicações críticas de negócios que precisam de alta disponibilidade e desempenho.

Em resumo, o DMSII é um SGBD "legado" com uma longa história, conhecido por sua robustez e uso em ambientes de mainframe, mesmo que a maioria dos bancos de dados modernos usem o modelo relacional ou NoSQL.

sexta-feira, 18 de julho de 2025

O que é Git no Visual Studio?

 

O que é Git no Visual Studio?

O Git é um sistema de controle de versão distribuído que permite a você e sua equipe rastrear mudanças no código, colaborar em projetos e gerenciar diferentes versões de um software. O Visual Studio integra ferramentas Git diretamente em sua interface, facilitando o uso dessas funcionalidades sem sair do ambiente de desenvolvimento.


1. Buscar (Fetch)

Quando você "Busca" (ou "Fetch") no Visual Studio, você está baixando as últimas mudanças do repositório remoto (online, como GitHub, Azure DevOps, GitLab, etc.) para o seu repositório local.

  • O que ele faz: Ele apenas baixa as informações sobre as novas alterações (commits) e ramificações. Ele não mescla essas mudanças com o seu código local e nem modifica seus arquivos de trabalho.

  • Quando usar: Use "Buscar" para ver o que há de novo no repositório remoto sem afetar seu trabalho atual. É uma boa prática fazer um "Fetch" regularmente para se manter atualizado sobre o progresso da equipe.


2. Efetuar Pull (Pull)

"Efetuar Pull" (ou "Pull") é uma combinação de "Buscar" e "Mesclar" (Merge). Ele baixa as últimas alterações do repositório remoto e tenta integrá-las ao seu código local.

  • O que ele faz:

    1. Busca: Baixa as novas mudanças do repositório remoto.

    2. Mescla (Merge): Tenta aplicar essas mudanças à sua branch local atual.

  • Quando usar: Use "Efetuar Pull" quando você quer atualizar seu projeto local com as últimas mudanças da equipe e continuar trabalhando a partir daí. Fique atento, pois se houver conflitos entre as mudanças remotas e suas mudanças locais, o Git irá sinalizá-los para você resolver.


3. Efetuar Push (Push)

"Efetuar Push" (ou "Push") é o oposto de "Pull". Ele envia suas alterações (commits) do seu repositório local para o repositório remoto, tornando-as visíveis para o resto da equipe.

  • O que ele faz: Envia todos os seus commits locais que ainda não estão no repositório remoto para a branch correspondente no servidor.

  • Quando usar: Use "Efetuar Push" quando você concluiu uma parte do trabalho, fez os commits necessários e quer compartilhar suas atualizações com a equipe. É crucial garantir que seu código esteja em um estado funcional antes de fazer um push.


4. Sincronizar (Sync)

A opção "Sincronizar" no Visual Studio é uma funcionalidade que combina "Pull" e "Push" para manter seu repositório local e remoto em sincronia.

  • O que ele faz:

    1. Pull (se necessário): Primeiro, ele tenta fazer um "Pull" para baixar as últimas alterações do repositório remoto.

    2. Push (se necessário): Em seguida, ele tenta fazer um "Push" para enviar seus commits locais para o repositório remoto.

  • Quando usar: "Sincronizar" é útil quando você quer garantir que seu repositório local esteja totalmente atualizado com o remoto e que suas alterações locais foram enviadas. No entanto, muitos desenvolvedores preferem usar "Pull" e "Push" separadamente para ter mais controle sobre o processo e lidar com conflitos de forma mais granular.


RESUMO:

🔄 Buscar (Fetch)

  • O que faz:
    Verifica se há atualizações no repositório remoto (como no GitHub), mas não traz as mudanças para o seu código local.

  • Exemplo prático:
    Se outra pessoa fez um commit no repositório remoto, o "Buscar" apenas avisa que há novas alterações – sem misturá-las ainda com seu código local.


⬇️ Efetuar Pull (Pull)

  • O que faz:
    Traz as mudanças do repositório remoto para seu repositório local e atualiza sua branch atual.

  • É equivalente a: git fetch + git merge

  • Exemplo prático:
    Você fez "Pull" e agora o seu código local está atualizado com tudo o que foi alterado no repositório remoto por outros colaboradores.


⬆️ Efetuar Push (Push)

  • O que faz:
    Envia seus commits locais para o repositório remoto.

  • Exemplo prático:
    Você terminou de trabalhar em uma funcionalidade, fez commit das mudanças localmente e agora usa "Push" para subir isso para o GitHub (ou outro servidor Git).


🔁 Sincronizar (Sync)

  • O que faz:
    Executa Pull + Push ao mesmo tempo:

    • Primeiro, busca e integra as mudanças do remoto (Pull).

    • Depois, envia seus commits locais (Push).

  • Exemplo prático:
    Útil quando você quer garantir que está com tudo atualizado e também subir seu trabalho em um único passo.


Resumo rápido:



BuscarVerifica atualizações no remoto, mas não altera seu código local
Efetuar PullTraz mudanças do remoto para sua branch local
Efetuar PushEnvia suas alterações locais para o repositório remoto
SincronizarFaz Pull e Push em sequência

Em resumo, essas operações Git no Visual Studio são a espinha dorsal da colaboração em projetos de código. Entender quando e como usar cada uma delas é essencial para um fluxo de trabalho eficiente e para evitar problemas de versionamento.