Welington Pereira
Desenvolvedor Full Stack & Consultor
Especialista em linguagens de programação e banco de dados. Compartilhando dicas de programação práticas, tutoriais e soluções para o dia a dia do desenvolvedor.
Desenvolvedor Full Stack & Consultor
Especialista em linguagens de programação e banco de dados. Compartilhando dicas de programação práticas, tutoriais e soluções para o dia a dia do desenvolvedor.
Se você gosta de criar aplicativos utilizando Web Forms, não se preocupe. É bem fácil adicionar este recurso no Visual Studio 2022. Siga os passos a seguir:
1. Na Janela Criar um Novo Projeto, clique no link Instalar mais ferramentas e funcionalidades
Após isso, você poderá criar seus projetos utilizando o Visual Studio 2022
Até a próxima.
Retorna a diferença entre valores de data, em anos. O retorno é do tipo int.
Sintaxe: DATEDIFF ( datepart , startdate , enddate )
Nota: Unidades datepart comumente usadas incluem monthousecond.O valor datepart não pode ser especificado em uma variável, nem como uma string entre aspas como 'month'.
A tabela a seguir lista todos os valores datepart válidos. DATEDIFF aceita o nome completo do datepart ou qualquer abreviação listada do nome completo.
| nome da data | abreviação de data e parte |
|---|---|
| ano | y, yy, yyyy |
| trimestre | qq, qq |
| mês | mm, m |
| dia do ano | você |
| dia | dd, d |
| semana | wk, ww |
| hora | hh |
| minuto | mi, n |
| segundo | ss, s |
| milissegundo | EM |
| microssegundo | mcs |
| nanossegundo | ns |
A diferença int entre startdate e enddate , expressa no limite definido por datepart.
Retorna o maior inteiro menor ou igual à expressão numérica especificada.
-- O resultado é a parte inteira do valor calculado no mesmo tipo de dados que numeric_expression.
SELECT FLOOR(123.45), FLOOR(-123.45), FLOOR($123.45);
-- Exibe ano e Mês
SELECT DATEDIFF(DAY,'1980-10-01', GETDATE()) / 365.25
-- Exibe apenas anos
SELECT FLOOR(DATEDIFF(DAY,'1980-10-01', GETDATE()) / 365.25)
-- Exibe a data atual
SELECT GETDATE()
-- Soma dez dias a data atual
SELECT GETDATE() + 10
CRIPTOMOEDAS
Criptoativos representam todas as transações realizadas com valores criados digitalmente e independentes de instituições financeiras, como as criptomoedas. Exemplos de moedas.
Bitcoin, Ether, Polygon e Chainlink.
A moeda foi criada em 2008 por Satoshi Nakamoto. Registrada com o domínio bitcoin.org, ela entrou em circulação em 2009. Inicialmente, não teve tanto protagonismo no mercado regular, mas isso não demorou para mudar.
O que são criptomoedas?
Banco XP: Criptomoedas são moedas digitais que utilizam a tecnologia blockchain. A Criptografia da blockchain permitiu o surgimento não só de Criptomoedas, mas de Utility Tokens, Secutity Tokens e NFTs.
Banco Modal: Criptomoedas são criptoativos utilizados para pagamentos e demais transações financeiras realizadas, exclusivamente, de forma virtual, que podem ser utilizadas em qualquer parte do mundo. Em resumo: elas não “existem” fisicamente.
Por não deixar nenhum tipo de “rastro”, já que são criadas e monitoradas por inúmeras pessoas, utilizando blockchain, as criptomoedas têm sido a principal forma de pagamento de hackers ao invadirem sistemas corporativos de empresas privadas ou públicas.
Portanto, uma das principais diferenças entre esse tipo de moeda e as fiduciárias (como o dólar, o real etc.) é que elas são totalmente digitais. Dessa forma, todas as transações que as envolvem precisam ser realizadas pela Internet. Por ser uma moeda virtual e, dessa forma, não existir fisicamente, as criptomoedas são utilizadas somente para pagamentos e demais transações financeiras realizadas, exclusivamente, em ambiente virtual, em qualquer parte do mundo.
O que é o Docker?
Docker é uma plataforma open source que facilita a criação e administração de ambientes isolados. Ele possibilita o empacotamento de uma aplicação ou ambiente dentro de um container, se tornando portátil para qualquer outro host que contenha o Docker instalado.
Ele permite, criar, implantar, copiar e migrar de um ambiente para outro com muita flexibilidade.
A ideia do Docker é subir apenas uma máquina, ao invés de várias. E, nessa única máquina, você pode rodar várias aplicações sem que haja conflitos entre elas.
O Docker é algo parecido com uma máquina virtual extremamente leve, mas não se trata de uma máquina virtual. O Docker usa containers que possuem uma arquitetura diferente, permitindo maior portabilidade e eficiência. O container exclui a virtualização e muda o processo para o Docker.
Nota: Docker é uma empresa especializada no provisionamento de um conjunto de tecnologias e ferramentas para a criação e gestão de containers. O trabalho da Docker foi tão bem sucedido que a tecnologia criada por ela acabou se tornando o mecanismo padrão no mercado para containers.
O que são esses containers?
Um container é um ambiente isolado utilizado para empacotar aplicações. Um container contém um conjunto de processos que são executados a partir de uma imagem, que fornece todos os arquivos necessários.
Os containers compartilham o mesmo kernel e isolam os processos da aplicação do restante do sistema.
Sua aplicabilidade serve como base para o modelo DevOps e auxilia as áreas de Operações e Desenvolvimento. No desenvolvimento, os containers empacotam aplicações com suas dependências, permitindo serem acessíveis e compartilhadas. Já em operações, são processos de aplicações rodando em um kernel compartilhado, mais simples que máquinas virtuais.
Como o container possui uma imagem que contém todas as dependências de um aplicativo, ele é portátil e consistente em todas as etapas de desenvolvimento. Essa imagem é um modelo de somente leitura que é utilizada para subir um container.
Vale lembrar que, apesar do Docker ter sido desenvolvido inicialmente com base na tecnologia LXC (Linux Containers), hoje essa tecnologia tornou-se independente de sistema operacional: podemos utilizar o Docker em ambientes Linux, Windows e até mesmo MacOS.
Por que utilizar o Docker?
Pelas vantagens que ele oferece como:
l Economia de recursos;
l Melhor disponibilidade do sistema (compartilhamento do SO e de outros componentes);
l Possibilidades de compartilhamento, simplicidade de criação e alteração da infraestrutura;
l Manutenção simplificada (reduzindo o esforço e o risco de problemas com as dependências do aplicativo.
Tem se tornado muito comum no universo do desenvolvimento de sistemas a criação de serviços sendo construída sob o modelo REST, realizando a troca de mensagens através de requisições HTTP.
Neste cenário, os serviços HTTP não possuem interface gráfica com o usuário. Então, para testar esse tipo de aplicação você poderá utilizar o Postman, Imagine, você não precisa usar seu tempo e recursos criar uma interface gráfica para testar um serviço.
O Postman, permite realizar requisições HTTP a partir de uma interface simples e intuitiva, facilitando o teste e depuração de serviços REST.
Veja como é fácil testar um serviço ASP.NET Web API, enviando e recebendo dados no formato JSON.
Instalando o Postman
l Ele pode ser instalado a partir da Chrome Web Store. Aqui ele será usado como um aplicativo externo ao Chrome, diferente das versões anteriores em que era aberto em uma aba como extensão. Se você desejar poderá criar uma conta e armazenar suas informações em um servidor do Postman, compartilhando assim seus testes e variáveis entre vários dispositivos onde você fizer login;
l Ser usado na Web;
l Ser baixado para o Windows.
Nota: O Postman pode ser usado para testar qualquer serviço HTTP RESTful.
Se você estiver usando o Microsoft Visual Studio, você poderá criar um novo projeto utilizando o template API Web do ASP.NET Core
Execute a aplicação e abra o Postman. Faremos uso dos verbos http para testar nossa API Web.
Apenas um lembrete:
GET - listar dados
POST - adiciona novos dados
PUT - substitui dados existentes
DELETE - exclui dados existentes
PATCH - atualizar alguns campos de dados existentes
Para fazermos o teste, devemos adicionar o endereço de nossa aplicação, seguido de /api/ e o nome da entidade (exemplo: /api/Book)
O Postman, nos permite ver o status da operação (200, 204, ...)
No caso do POST, precisaremos fazer algumas configurações antes. Definir como Body, selecionar a opção “raw” (pois informaremos o conteúdo da mensagem) e o formato que poderá ser “JSON (application/json)”
Se você tentar inserir um novo registro com um ID que já existente, um status 409 – Conflict será retornado
Para usar o PUT o formato é bem semelhante as configurações anteriores. Porém se você usar um ID inexistente, um status 404 – Not Found, será retornado
O DELETE, é o mais simples adicione o id no final da URL e o ID que deseja excluir
Outra particularidade do Postman, é podermos trabalhar em equipes, customizar ambientes de teste, importar arquivos com requisições pré-definidas, entre outras.
O Postman ajuda a simplificar os testes, pois ele nos podemos facilmente enviar requests HTTP para serviços RESTful, enviando parâmetros e recebendo as devidas respostas, além de analisar o tempo gasto em cada requisição, o que também pode auxiliar na localização de problemas de desempenho.
A ferramenta possui ampla documentação. Ele ainda conta com uma versão paga com recursos adicionais que irão ajudar aos desenvolvedores mais avançados.